Msn de Agente

dezembro 30, 2008

M diz:
Oi?

Caso diz:

Nossa tava pensando em voce agora!

M diz:
é mesmo? espero que sejam coisas boas

Caso diz:

Sim preciso te contar um negocio!

mas você tem que prometer blablablablablablabla…

2h depois

Caso diz:

Então to namorando a pessoa X lá da empresaY

Faz um mes mais ou menos que começamos…

Meio de semana de agente

dezembro 22, 2008

A noite estava quente, o vento norte soprou o dia todo trazendo com ele um calor que a tempos não aparecia nas terras de M, ele contudo estava feliz, apesar de não ser exatamente fã do verão já estava sentido falta do calor e das coisas que dele dependende, como um  gole de cerveja. Como muitos outros naquela noite M se dirigiu ao bar junto com dois amigos-do-trabalho, o motivo era a despedida de um outro colega.  Entraram no bar, o lugar estava cheio e a musica estava boa, sentaram na mesa e comecaram a jogar aquela conversa de boteco fora, na ponta da mesa, para supresa de M, estava caso-mal-resolvido meio sozinha, M a chamou para sentar mais perto e ela veio alguns minutos depois, conversaram sobre o tempo o dia e assuntos de trabalho, nada pessoal, nada memoravel.

Na hora de voltar, M que estava de carona com os amigos-do-trabalho descobriu que caso-mal-resolvido iria junto, nada demais até ai pensou ele, entretanto, quando foi questionado a respeito de caso-mal-resolvido M ficou na defensiva e se viu tentando explicar coisas demais. Algo havia mudado e naquele momento M notou, percebeu que um sentimento havia nascido, sentimento esse que não deveria existir pensou ele.

Durante a volta ficou calado, pensou a respeito e ficou com medo, sentimentos deixam M sem saber o que fazer, a racionalidade que lhe é caracteristica parece fugir enquanto ele procura um caminho a seguir. O carro no entanto sabia o caminho e logo chegou a vez de M se despedir. Chegou em casa e logo escreveu uma mensagem para caso-mal-resolvido, disse-lhe que gostava muito de sua comapanhia e que seria bom se encontrarem mais vezes, a mensagem automatica de confirmação de recebimento chegou mas a mensagem de resposta não. M deitou para dormir  agitado naquela noite, o final de semana deve ser agitado pensou ele antes de adormecer.

A mesa parece ter virado de lado nos ultimos dias. M vai ter que suar.

(post sem correção ortografica)

Sabado de Agente

dezembro 2, 2008

Sabado começou estranho, a gastrite atacou logo cedo. Sorte do M que tinha um cházinho da mamãe por perto para resolver a situação. Já era quase meio-dia e estava na hora de se dirigir ao almoço com a irmã-grávida o cunhado-engraçado e a mãe-hiperativa, parecia que teriamos mais uma encrivel refeição da Fámilia de M.

Terminada a refeição cada um dirigiu-se ao seu lar e M logo se jogou ao mundo, afinal era sábado e não fazia muito sentido ficar em casa, comprou uma caixa de cigarrilhas, e foi para o Comprador (tambem conhecido como Shopping) passou na loja de sempre, comprou uma calça para não perder o hábito consumista, recebeu uma ligação estranha, alguem querendo falar com uma-pessoa-que-não-era-M, a pessoa falou alguns impropérios e logo desligou. M dirigiu-se ao café mais próximo pediu um espresso curto e enquanto tomava o cafézinho e acendia sua cigarrilha pegou-se pensando na amiga-da-AgenteP até então não havia conseguido trocar meias palavras, a ídeia do cinema não vingou e a pessoa não parece estar muito afim de contato, pessoa díficil, tímida até esguia, desviou o pensamento para o café mas proxímo e logo saiu daquele lugar.

Passou o dia, passou a noite chegou a hora do compromisso com um amigo-do-trabalho, filme novo do Ridley Scot, muito ruim não poderia ser pensou. A sessão passou o filme foi bom, o combinado era seguir para um boteco um pouco afastado afim de ouvir um bom rock’n'roll, todavia, no trajeto uma “amiga” do amigo-do-trablho liga, o trajeto é desviado, amigo-do-trabalho feliz por em fim conseguir uma lasca de amor da “amiga”. M deixa o amigo-do-trabalho na frente do prédio e espera, tecnicamente seria uma visita rápida, (reparem no ‘tecnicamente’) uma hora é passada, M começa a ficar entediado, pega o celular envia uma mensagem para um certo caso-mal-resolvido, minutos depois o telefone toca. O amigo-do-trabalho volta, e agora o caminho é para a casa dele juntamente com a “amiga” totalmente bêbada.

M deixa o amigo-do-trabalho e a “amiga” na casa do amigo-do-trabalho e retorna a ligação para caso-mal-resolvido, uma voz um tanto quando feliz atende, trocam palavras durante algum tempo, mais tempo do que M estava disposto a pagar pela conta na verdade, falam sobre amenidades, sentimentos, flertam e logo aquele convite aparece… “Por que você não vem aqui” vindo de caso-mal-resolvido, M responde positivamente e cruza a cidade como se estivesse correndo para tirar o próprio pai da gilhotina. Chegando lá telofona novamente, o portão abre, a porta está entre aberta a sala está escura e o resto acontece natualmente.

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